::. Bibliografia
 
» A evolução das teorias da Administração
» O significado e a visão da administração
» Questões e desafios da administração: As Práticas da Gestão de Pessoas
» Questões e desafios da administração: Cultura Organizacional
» Questões e desafios da administração: Desempenho Organizacional
» Questões e desafios da administração: Estratégia, planejamento e visão organizacional
» Questões e desafios da administração: O papel e a formação do administrador
» Questões e desafios da administração: O Planejamento das Estruturas e Processos
» Questões e desafios da administração: O Poder e o Controle das Organizações Sobre os Indivíduos
» Os novos desafios: A Pós-Modernidade, a Sociedade Pós-Industrial e a Era da Informação
» Os novos desafios: Gerenciamento de Mudança
» Os novos desafios: Gestão do Conhecimento
» Os novos desafios: Globalização e Consciência Ecológica
» Avaliação de Competências 360º
» Cada talento em seu lugar





»  A Evolução das teorias da Administração
MOTTA, F.C.P. Teoria Geral da Administração.
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»  O significado e a visão da administração
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» Os novos desafios: Gerenciamento de Mudança
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» Os novos desafios: Gestão do Conhecimento
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» Os novos desafios: Globalização e Consciência Ecológica
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»  Cada talento em seu lugar
Gustavo Oliveira*

No País pentacampeão, e em ano de Copa do Mundo, vale a alusão às grandes equipes de futebol: o que as faz vencedoras? Por que equipes com grandes craques que –teoricamente– seriam as favoritas ao título, muitas vezes ficam no meio do caminho? A resposta pode estar na máxima popular “pessoa certa, no lugar certo”.

Não dá para negar que todo técnico ou gestor gostaria de trabalhar com um grupo de talento. Mas é difícil montar a “equipe de ouro”, afinal, talentos não são abundantes e são disputados a preço de ouro no mercado, certo? Errado. Uma “equipe de ouro” não é feita só de “contratações de ouro”. Na realidade, a equipe de ouro é fruto da gestão que favorece a sinergia e que reúna o melhor de cada integrante da equipe.

O papel do gestor na sincronia desta equipe é fundamental. Ele precisa conhecer o grupo e utilizar seu “feeling” para promover a interação mais produtiva entre os funcionários. É preciso reconhecer as diferenças e peculiaridades de cada um de seus colaboradores para tratá-los de maneira única. Não há “regra mágica” de gerenciamento que sirva igualmente a todos: a motivação e reconhecimento devem ser únicos.

Ao tentar entender o que faz a diferença entre um grande gerente e um gestor medíocre, a Gallup entrevistou mais de 80 mil gestores em todo o mundo para entender seus estilos. O resultado mostra que os melhores adotam as seguintes práticas, independente de indústria, país ou cultura: selecionam por talentos; definem expectativas, motivam funcionários e desenvolvem pessoas. Estes quatro passos – aparentemente simples e que deveriam ser intrínsecos ao gestor – fazem realmente a diferença.

A sensibilidade também é crucial na hora de montar uma equipe: como otimizar o potencial individual em prol do bem comum, ou seja, dos resultados da empresa? Neste momento, os melhores gestores conseguem identificar quando e quais integrantes da equipe estão disponíveis, mais dispostos ou são mais talentosos para o projeto ou função.

Mas afinal, o que caracteriza um profissional “talentoso”? Para a Gallup, talentos são padrões recorrentes de comportamento, sentimento e pensamentos das pessoas. Ou seja, tudo o que é de mais natural e espontâneo em cada um. Esta definição surgiu após décadas de pesquisa sobre o comportamento humano, que envolveu mais de dois milhões de pessoas no mundo, inclusive no Brasil. Nesta abordagem, talento não é nada extraordinário, glamoroso ou reservado a poucos. TODOS têm talentos: a diferença é como cada pessoa os utiliza!

Agora, você pode se perguntar: “Se todos têm talentos, por que é comum encontrar funcionários desanimados, clima desagradável e resultados pífios em algumas equipes?”. Bom, a frase utilizada no início deste texto pode explicar bem: será que a pessoa está no lugar certo, onde possa realmente explorar e utilizar o que tem de melhor e de mais natural, ou seja, seus talentos? Será que seus colegas de trabalho, com quem ele desenvolve seus projetos, também estão no lugar certo, onde possam desenvolver todo seu potencial e utilizar seus talentos? Será que há sincronia e diversidade nesta equipe, para que eles se completem e consigam um resultado final excelente?

Em sua maioria, os talentos estão camuflados em funções inadequadas ou em parcerias pouco produtivas. E entra aí, novamente, a importância do gestor: é ele o grande maestro, responsável por trazer à tona o que há de melhor em cada funcionário, respeitando suas singularidades, formas preferidas de reconhecimento e motivação, para garantir a harmonia e resultados perfeitos em sua equipe.

*Gustavo Oliveira é country manager da Gallup Organization do Brasil

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